Retornar a página inicial
O Museu Localização Atividades Culturais Exposição Interativa Publicações Galeria de Fotos Fale Conosco Retornar a página inicial
  VISITANDO O MUSEU DO MARAJÓ
  VAQUEIRO
  LENDAS
  URUBU
  ARTESANATO
  COSMOLOGIA
  CERÂMICA
  PESCADOR
  PESQUISA
  FAUNA
  PAJÉ
  NEGRO
  COZINHA
 
 
 
 
 
 
 

s índios são gente e não peça de museu, então o primeiro computador nos ajuda a entender o drama do homem. Por que os índios morrem por uma gripe?

Será que o índio é gente? Você sabia que eles foram usados como escudo humano, que foram vitimas da guerra bacteriológica, recebendo de presente roupa contaminada de sarampo?

Clique para ver imagem Clique para ver imagem Clique para ver imagem Clique para ver imagem Todo mundo sabe que as melhores peças marajoaras estão nos museus do mundo inteiro. Como? Não precisa explicar. O Museu do Marajó chegou atrasado, só conseguiu as migalhas, mas vale a pena contemplar estas peças, todas garantidas legítimas, sobretudo com a garantia que O Museu do Marajó é um fiel depositário! Além disso O Museu do Marajó valorizou o que os outros desprezaram: ver a historia dos cacos e das caretas!

Neste computador Clique para ver imagem, a famosa arqueóloga americana Ana Curtenius Roosvelt, uma das maiores celebridades no estudo da arqueologia do Marajó e de seus índios, entrevistada pelo diretor do Museu do Marajó, Giovanni Gallo, nos informa sobre as conclusões das suas pesquisas realizadas no Teso do bichos.

Segundo a famosa arqueóloga americana, Ana Roosvelt Clique para ver imagem, assim podia ser uma aldeia de índios no Marajó, quer dizer Cachoeira do Arari 1000 anos atrás, com os vários tesos enfileirados na beira do rio. Dá até para ver o bairro da Matriz, o Choque, lá no fundo está Petrópolis. E cadê o museu?

Os nossos índios eram artistas excelentes Clique para ver imagem Clique para ver imagemmas infelizmente não conheciam a escrita. Então vamos descobrir com Ernst Doblhofer (Zeichen und Wunder) o caminho feito pelas letras do nosso alfabeto Clique para ver imagem. É só um painel, que porém nos oferece uma maravilhosa viagem no tempo, contemplando, uma vez na vida, os hieróglifos do Egito e outras escritas arcaicas, para encontrar depois o grego o cirílico e as línguas orientais.

Através da descoberta da comunicação por objetos, os quipus dos Incas do Perú, da mensagem amorosa das moças jugagiras, chegamos à pictografia ou iconografia dos índios dos Estados Unidos.

Aqui nasce a pergunta: e os nossos índios? Não sabiam ler e escrever, mas com certeza conseguiam comunicar sentimentos e intenções através de motivos ornamentais e cores que aparecem cerâmica, na pintura corporal e na cestaria.

Você fala tupi Clique para ver imagem A nossa língua está cheia de palavras tupi.

  • Igarapé, o caminho da dona da água: o riacho
  • Iguaçu, água grande, cachoeira,
  • Iacitatá (nome de mulher): o foguinho da lua (a mãe da fruta), quer dizer a estrela.

Atenção! Por que palavras tupi aqui, onde não havia índios tupi?

O museu responde!

topo da página

Página Inicial .. O Museu .. Localização .. Atividades Culturais .. Exposição Interativa .. Publicações .. Galeria de Fotos .. Fale Conosco